post-rural society (egoístas periféricos, parte II)

05Jun12

O Luís chamou-me a atenção para a entrevista do Siza na revista de fim de semana do DN e, coincidência ou não, encontrei-a, no mesmo dia, sem sequer a procurar…

“Não fazer o metro é o pior. Foi projectada uma linha que percorria a Avenida da Boavista até à Rotunda e que ligaria depois à Baixa. O projecto foi suspenso quando houve uma mudança política. (…) A linha da Boavista era muito importante (para fazer cidade!!) e seguramente rendível.”

Os políticos portugueses não percebem nada de cidades…

“Quando se fala nos Aliados é sobretudo para dizer que é muito triste, que não tem flores… É um fenómeno muito interessante, porque as pessoas vão de férias – as que podem – vão a Roma, a Paris, visitam todas aqueles praças e dizem maravilhas. Algumas nem uma árvores têm, já para não falar de flores…! As praças são importantes no tecido de uma cidade, são salas de reunião da grande família que pode ser considerada a população da cidade, e portanto são para pisar!!”

Os portugueses não gostam mesmo de cidades!!

(nota: algumas exclamações das citações não constam da entrevista original)

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